Potestade indica – Faces do Oculto

E aí cambada! Na esteira das recomendações de matérias e blogs legais, trago aqui o Faces do Oculto, uma crônica do Novo World of Darkness também descrita num blog, indicada pra mim pelo Aguirre (um dos colaboradores do Old Dragon).

Basicamente a crônica retrata a vida dos agentes da Divisão de Investigação Especial (DIE), reunidos em Frankfurt pelo advogado Apolo Maximilliano para investigar coisas estranhas e ameaças sobrenaturais. O mais interessante é que a história sai do lugar-comum ao se ambientar em uma Terra futurista onde aconteceu de tudo, desde um holocausto islâmico à exploração de recursos na lua.

O blog ainda não tem muita coisa, porque é alimentado devagarzinho como este aqui. Mas vale o clique e a leitura!

Endereço aqui: http://facesdooculto.blogspot.com/

Resultado das regras da casa e Plot Points

E aí magriças. Estou escrevendo inspirado neste excelente artigo do Kalderash, porque à medida que o jogo avança vamos sentindo as necessidades de adaptar as regras opcionais. Vamos ver o resultado das regras que testamos no jogo (descritas aqui e aqui), para depois falar sobre outras necessidades e soluções que pretendo adotar. A maioria funcionou direitinho, exceto Atordoamento (que esqueço de usar), Defesa Ativa (ficou apelão demais e eu cortei) e Subjugar (ainda não tive oportunidade de usar). Abaixo discuto algumas regras não funcionaram e alternativas para melhorar as mesmas.

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Quão fiel será a nossa adaptação?

Então, amigos jogadores, acho que vocês já viram esse post no Paragons, sobre quanta liberdade é possível em RPGs adaptados. Se puderem perder um tempinho lendo os comentários, o pessoal fez um debate interessante e deu algumas ideias legais, mas estou citando o artigo porque quero suscitar aqui uma outra discussão.

Desde que comecei a mestrar, não tinha em mente como íamos fazer com o andamento do enredo desse jogo. Fiz algumas perguntas sobre se vocês preferiam que eu respeitasse o cânone do seriado ou mandasse ele pro inferno, mas foi informal e com pouco tempo pra discussão. Então, queria saber de vocês (e de quem mais quiser opinar) como vocês acham que devemos proceder em relação aos megaplots da nossa crônica. Se vamos seguir de mãos dadas o caminho da série ou desviar dele.

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Regrinhas da casa

Olá amigos. Esta série de posts estará tanto aqui quanto no Paragons porque já quero deixar registrada cada etapa antes dele se tornar uma página fixa (quando estiver completo). Já dei uma pincelada no tema, cliquem aqui para lembrar. No caso, vou começar a listar por aqui as house rules do nosso jogo de Supernatural por fazerem parte do conjunto de hacks que devo usar para os meus jogos de Storytelling (ou a maioria deles, incluindo minha adaptação de fantasia). Como de costume, se as regras demonstrarem mal funcionamento ou não gostarmos do uso delas, limamos sem dó ou alteramos, e atualizamos este arquivo.

Algumas regras vieram da experiência de jogo, são retiradas de livros de Storytelling ou de outros sistemas que gostamos. Na verdade por enquanto estou listando apenas as do Armory Reloaded, porque ainda estou lendo o Mirrors e quero digeri-lo melhor antes de pensar em adotar as coisas de lá. Obviamente, todos esses hacks estão tornando o jogo menos equilibrado e mais hardcore pra vocês que apanham mais com os mesmos personagens, mas é aquela velha história – confiem no narrador, mergulhem de cabeça e bora se divertir que o mundo é injusto mesmo!

A coisa vai funcionar da seguinte forma: vou listar cada hack como apareceria em um livro de regras, mas sem muita enrolação (os livros de Storytelling, apesar de ter um fluff bem evocativo, peca na parte das regras por enrolar muito), e depois a mentalidade por trás da mudança.

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